quarta-feira, maio 20, 2009

Twiteiros...


Nesta febre viral das redes sociais tem-me acontecido criar amizades (seguir e ser seguido) por gente que nunca teria pensado juntar no meu círculo de amigos.
Bush, Obama, Sócrates, Bin Laden, a Senhora de Fátima, Oprah, Sara Palin, Richard Branson, Mário Soares e Paris Hilton, são alguns dos meus compinchas twiteiros com quem me sinto “tu cá, tu lá” nesta coisa de mandar recados e do ké ke tás a fazer?
A característica epidémica da rede ajuda a que se aceda facilmente a novas amizades, que são os amigos dos nossos amigos e assim sucessivamente.
Foi nesta circunstância que encontrei o martimavillez, nick para Martim Avillez, com fotografia condizente e bio que anunciava: journalist last 16 years, now publisher to Lena Comunicação – era ele, sem dúvida.
Cliquei entusiasmado. Não porque o quisesse provocar ou confrontar com as minhas opiniões teimosas sobre a qualidade, o alinhamento politico e o futuro do jornal que dir-i-ge, mas apenas porque o queria seguir – leia-se: o queria ouvir e ler, naquilo que a sua douta sabedoria jornalistico/editorial determine partilhar com a humilde rede.
I-mpossível - cliquei, e nada... néstes.
Apenas um recado admin@twitter a anunciar que o cavalheiro tinha protected os updates e eu teria que send a request para que pudesse start following this person.
Que diabo, nunca me tinha acontecido.
Entre os amigos de Martim Avillez (deduzo que o sejam porque estão na lista de quem ele segue) encontram-se três importantes figuras internacionais. A saber: Al Gore, José Manuel Fernandes e McCain.
Ora, havia o diabo de tecê-las... são também meus listados twiteiros, os três. E nenhum deles me bateu com a porta quando cliquei para os seguir.
Agora estou confrontado com esta dúvida... Não sei se peça ao Al Gore que interceda junto do Martim para que eu possa ser seu humilde seguidor... ou talvez pudesse tentar pela via do Partido Republicano e consiga, assim, lá chegar com mais eficácia... Na verdade não sei.
Mas por outro lado, o meu orgulho somado ao fatinho e ao nó da gravata do Avillez fazem-me pensar – que se lixe! Deve haver mais vida para além de 16 anos de jornalismo que desembocam em publisher do Lena Communications.
Não se pode ter tudo.

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